Be Positive
Nome: Alexandre Idade: 26 anos Gosto: de ler Odeio: falsidade Cidade: Itajaí-SC Objetivo: fazer amizades Bebida: martine Fumo: me incomoda Livros: ficção Gênero: de terror Idolo: Xuxa Cds: todos os albuns da Madonna Religiao: universal Veículo: nao possuo Celular: nao possuo Estilo: Caseiro Perfil: xeinho (mais na barriga) Exercícios: nao faço Mulher: Gisele Binchen Assisto: MTV Apresentadora: Mari Moon Programa: Super Pop Comida: massas e lazanhas Cafe: cappucino Animais de estimação: tenho Show preferido: Bruno e Marrone Idioma preferido: ingles Cidade natal: Blumenau Signo: peixes Ascendente: sargitário Filme : As brumas de Avalon Cd: Yo Canto Vestimentas: casual(jeans) Frase: Muito Prazer eu Existo Cantora: Laura Medo: cobra e carnívoros Desejos: Ganhar um apartamento Ganhar o box de Supernatural Ganhar o box de Harry Ganhar singles da Madonna sє σ мυท∂σ мє мαℓτrατα ทãσ vσυ мє ʑαทgαr α vi∂α é вєℓα ραrα qυєм sαвє sσทнαr ทãσ ρєทsσ єм ∂єsisτir ℓσgσ мє ƒσrταℓєçσ, ρσis α vi∂α É ∂є qυєм sαвє ℓυταr σ sáвiσ ∂iʑiα: ℓυτє ρrαrα sσทнαr sєм נαмαis ∂єsαทiмαr ทãσ sσυ σrgυℓнσsσ, ทãσ мє αcнσ σ мáxiмσ αρєทαs ทãσ qυєrσ sєr ?αℓнαçσ ∂єsτє єsρєτácυℓσ ทãσ мє ∂igαs qυє ρєr∂i, ρσis αiท∂α irєi gαทнαr ทãσ мє ∂igαs ραrα ∂єscαทsαr, ρσis ทãσ qυєrσ ραrαr мiทнα iℓυsãσ é ∂є υм ∂iα мєrєcєr τє ρєrτσ αssiм мαis ρróxiмσ ∂є мiм - ∂є мiทнα αυτσriα. O sofrimento é uma ocorrência comum em nosso mundo. Em todas as condições, em todas as idades, sob todos os climas, o homem tem padecido, a humanidade tem derramado lágrimas. Apesar dos progressos sociais, milhões de seres gravitam ainda sob o jugo da dor. Por vezes é a miséria provocando intensas agonias. Em outras, é a enfermidade arrastando os seres para os vales do sofrimento e da angústia. Nem mesmo as classes mais abastadas têm sido isentas desses males. Até nos ambientes onde reina a abundância, um sentimento de desânimo, uma vaga tristeza, às vezes se apodera das almas. A dor, sob suas múltiplas formas, é o remédio supremo para as imperfeições, para as enfermidades da alma. No estágio evolutivo em que nos encontramos, sem ela não é possível o aprimoramento. Assim como as moléstias orgânicas são muitas vezes resultantes dos nossos excessos, assim também as provas morais que nos atingem são conseqüências de nossas faltas passadas. Cedo ou tarde o resultado desses equívocos recairão sobre nós. É a lei de justiça agindo no curso de nossas existências. Saibamos aceitar os seus efeitos como se fossem remédios amargos, operações dolorosas, capazes de restituir nossa saúde. Embora nos sintamos entristecidos pelos desgostos, devemos sempre suportá-los com paciência. O lavrador rasga o seio da terra para daí fazer brotar o campo dourado. Assim também é a nossa alma, depois de desbastada também se tornará exuberante em frutos morais. Pela ação da dor abandonamos os vícios e as más paixões. A adversidade é uma grande escola, um campo fértil em transformações. A ignorância das leis universais é que nos faz ter aversão aos nossos males. Se compreendêssemos o quanto esses males são necessários ao nosso adiantamento, eles não nos pareceriam mais um fardo. Em nossa cegueira, estamos quase sempre prontos a amaldiçoar as nossas vidas. Mas, quando formos capazes de discernir o verdadeiro motivo de nossas existências, compreenderemos que todas elas são preciosas. A dor é capaz de abrandar o nosso coração, avivando os fogos da nossa alma. É o cinzel que lhe dá proporções harmônicas, que lhe apura os contornos e a faz resplandecer em sua perfeita beleza. Pense nisso! Vivemos em um mundo de provas e expiações. Nele a dor reina soberana, em virtude do mal ainda sobrepujar o bem. Embora conscientes dessa inegável condição, é nosso dever lutar contra a adversidade. Sofrer sem reagir aos males da vida seria uma covardia. Porém, quando os nossos esforços se tornam supérfluos, quando tudo se mostra inevitável, chega então o momento de apelarmos para a resignação. Revoltarmo-nos contra a lei moral seria tão insensato como querermos resistir à lei da gravidade. O espírito sensato encontra na provação os meios de fortificar suas qualidades. A alma corajosa aceita os males do destino, mas, pelo pensamento, eleva-se acima deles e daí faz uma escala para atingir a virtude. João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade. Ao sair pela manhã, deu um longo beijo em sua amada, fez sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações. Tomou café com a esposa e os filhos e os deixou no colégio. Dirigiu-se a uma das suas empresas. Cumprimentou todos os funcionários com um sorriso. Ele tinha inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos, contatos com fornecedores e clientes. Por isso, a primeira coisa que falou para sua secretária, foi: Calma, vamos fazer uma coisa de cada vez, sem stress.” Ao chegar a hora do almoço, foi curtir a família. À tarde, soube que o faturamento do mês superara os objetivos e mandou anunciar a todos os funcionários uma gratificação salarial, no mês seguinte. Conseguiu resolver tudo, apesar da agenda cheia. Graças a sua calma, seu otimismo. Como era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar. Depois, foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação. Enquanto isso, Mário em um bairro pobre de outra capital, como fazia todas as sextas-feiras, foi ao bar jogar e beber. Estava desempregado e naquele dia recusara uma vaga como auxiliar de mecânico, por não gostar do tipo de trabalho. Mário não tinha filhos, nem esposa. A terceira companheira partira, cansada de ser espancada e viver com um inútil. Ele morava de favor, num quarto muito sujo, em um porão. Naquele dia, bebeu, criou confusão, foi expulso do bar e o mecânico que lhe havia oferecido a vaga em sua oficina, o encontrou estirado na calçada. Levou-o para casa e depois de passado o efeito da bebedeira, lhe perguntou por que ele era assim: Sou um desgraçado”, falou. “Meu pai era assim. Bebia, batia em minha mãe. Eu tinha um irmão gêmeo que, como eu, saiu de casa depois que nossa mãe morreu. Ele se chamava João. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.” Na outra capital, João terminou a palestra e foi entrevistado por um dos alunos: Por favor, diga-nos, o que fez com que o senhor se tornasse um grande empresário e um grande ser humano?” Emocionado, João respondeu: Devo tudo à minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego algum. Quando minha mãe morreu, saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, Mário, que também saiu de casa no mesmo dia. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.” O que aconteceu com você até agora, não é o que vai definir o seu futuro, e sim a maneira como você vai reagir a tudo que lhe aconteceu. Não lamente o seu passado. Construa você mesmo o seu presente e o seu futuro. Aprenda com seus erros e com os erros dos outros. O que aconteceu é o que menos importa. Já passou. O que realmente importa é o que você vai fazer com o que vai acontecer. E esta é uma decisão somente sua. Você decide o seu dia de amanhã. De tristeza ou de felicidade. De coisas positivas ou de amargura, sem esperança. Pense nisso! Mas pense agora! Certo dia, num final de inverno, quando as flores da primavera começavam o seu sublime trabalho de recobrir os campos ressecados pelo rigor do inverno, aquela alma generosa deixou o corpo físico. A despedida foi dolorosa. As mãos quentes dos que ficaram desejavam reter aquele corpo hirto, sem vida, sem movimento. Inconformados perguntavam: Por que justo ele, que era tão gentil e carinhoso com todos? Por que justamente ele, que sabia falar e calar, consolar e distribuir entusiasmo à sua volta? Por que ele, que era um bom filho, bom irmão, bom esposo e bom pai? Por que Deus o levou? Por que não levou os criminosos renitentes, os corruptos inveterados, os estelionatários, os infiéis, enfim, porque não levou os homens que degradam a sociedade? A resposta para todos esses questionamentos é muito simples. Consideremos que a vida na Terra é uma oportunidade de crescimento para o Espírito imortal. A existência, no corpo físico, é uma experiência necessária para que o Espírito progrida na conquista de sua felicidade. Seria, por assim dizer, um tipo de prisão, onde ele pode quitar suas dívidas para com as Leis Divinas e conquistar novas virtudes. Assim sendo, quem tem poucos débitos liberta-se antes. Quem tem menos compromissos libera-se deles em menor tempo. Dessa forma, por que queremos que o nosso ente caro permaneça no cárcere se já recebeu alvará de soltura? Não seria justo, nem do ponto de vista ético nem do racional. Não queremos dizer com isto que todos os que se libertam antes são menos devedores, pois essa não é a realidade. Como sabemos, muitos partem antes do tempo por imprevidência ou pelos abusos de toda ordem. O que gostaríamos de enfatizar é que aqueles que partem naturalmente, pelos meios estabelecidos pela Divindade, sem a intervenção egoísta do homem, podem estar recebendo sua carta de alforria e, por essa razão, alçam voo antes de nós. Morrer, para o justo, é libertar-se. É matar a saudade dos afetos que o antecederam na viagem de volta. É receber as glórias da vitória por ter vencido mais uma etapa no mundo físico. E morrer, para o injusto, é deparar-se com o tribunal da própria consciência a acusá-lo por não ter sido corajoso o bastante para vencer-se a si mesmo e por não ter logrado conquistar mais virtudes. É por essa razão que não devemos lamentar a morte dos justos, mas sim a daqueles que desperdiçam a existência buscando o gozo exclusivo para o corpo, sem pensar no Espírito, único que sobrevive além da aduana do túmulo. Certo dia, num final de inverno, quando as flores da primavera começavam o seu sublime trabalho de recobrir os campos ressecados pelo rigor do inverno, aquela alma generosa deixou o corpo físico. Seria o fim? Não. Era apenas o crepúsculo de uma existência que se encerrava e a aurora de uma nova etapa que se iniciava, na vida que nunca acaba.



Template by Elle @ satellit-e.bs.com
Banners: reviviscent
Adaptação: ( The Confessions Of Teens





Ações e palavras

O que você faz fala tão alto, que não consigo ouvir o que você diz.
O pensamento do filósofo e escritor americano, Ralph Waldo Emerson, precisa de nossa atenção.
Ações falam muito mais de nós mesmos do que nossas palavras.
Nossas palavras articulam-se por conveniência, por convenções e podem ser muito bem dissimuladas por força de nossa vontade, isto é, nem sempre contarão a verdade.
As ações mostram o que há em nossa alma, nossa índole, nossos valores.
É muito fácil falar. Mais difícil agir.
Francisco de Assis, missionário que resgatou a essência da mensagem do Cristo na Terra, em uma de suas pregações, afirmou:
A paz proclamada por vós com palavras deve habitar de modo mais abundante em vossos corações.
Isso significa que precisamos vivenciar algo para que nossas palavras e opiniões tenham peso. É a chamada autoridade moral.
Ela é válida na educação dos filhos, por exemplo.
Esses precisam identificar, nos genitores, o mesmo comportamento que estão exigindo deles.
Caso não encontrem essa referência, dificilmente seguirão qualquer recomendação educacional.
Os filhos poderão até obedecer, mas por medo, por ascendência da força, naquele momento.
Esse tipo de ascendência, porém, não dura. Tão logo se desvencilhem dos pais ou desenvolvam uma independência maior, voltarão a repetir as mesmas atitudes do ontem equivocado.
Resumindo: não aprenderam. Simplesmente atenderam a uma recomendação, por determinado tempo.
Por isso ouvimos falar na força do exemplo.
Os filhos copiam os pais em muitos aspectos. Imitam suas ações, sua forma de lidar com isso ou aquilo na vida. Seus conselhos só serão ouvidos se perceberem a força da autoridade moral embasando as falas.
A sabedoria de alguém não é medida pelo quanto ela sabe, conhece, mas pela qualidade de suas ações.
Vemos assim, no mundo, grandes vozes, de retórica impecável, mas cujas ações, no dia a dia, não condizem com seu verbo afiado.
Sobem nas tribunas do mundo, cantando a igualdade, a justiça, a defesa da população, quando em seu coração há apenas a busca pela satisfação de sua vaidade e egoísmo, tirando vantagem de tudo e de todos.
E muitas consciências de hoje estão tão doentes, tão obnubiladas, que nem sequer sentem algum tipo de remorso, culpa ou responsabilidade.
Despertarão mais tarde, possivelmente com a dor, com a força da lei de causa e efeito, colocando tudo de volta nos trilhos da alma descarrilhada.
Assim, cuidemos de nossas palavras e cuidemos de nossas ações.
O que fazemos fala muito mais alto do que aquilo que dizemos.
Lembremos do pensamento do filósofo:
O que você faz fala tão alto, que não consigo ouvir o que você diz.


Posted 1 year ago






bitchville:

My biggest fears by http://www.incidentalcomics.com/



Posted 1 year ago with 177 notes






tumblwip:

Fledermäuse



Posted 1 year ago with 8,273 notes






Mudança

A tempos realizei meu sonho de sair deste lugar.
Hoje abrimos uma loja de materias elétricos e ferragens.
Está localizada num bairro nobre de Itajaí.
E conta com toda infraestrutura que uma loja comercial merece.
Hoje vendemos duas vezes e ganhamos R$22,00.
Mas foi só a inauguração ainda tem muito a ser trabalhado.
Terei que acordar as sete da manhã e ir direto pra loja.
Já levei o note pra loja com o pen modem vivo.
Mas pegou uma internet sem proteção chamada default.
Onde acessei e descobri que já tinha o drive que estava procurando.
Era o drive USB 2.0 CRW mas que já tinha baixado no site oficial.
Deu tudo certo limpamos o balcão entiquetamos os produtos.
E ainda no finalzinho as seis horas acessei a internet.
Encomendamos o uniforme e o tapete de boas vindas da loja.
Que será entregue em dez dias.
Esse foi meu dia no novo emprego na nossa nova loja Sul Lider.


Posted 1 year ago






Corriada maluca

No sábado fomos a Camboriú
Lá tomei café e suco de laranja
Tb fui ao shopping
Di uma volta no camelô
Comprei um memory card
E andei até a barra sul
Lá estava o apresentador Márcio Garcia
E os integrantes do pretinho básico
Rádio Atlântida Blumenau-SC
Comprei chocolates pra páscoa
E voltei pra casa e assisti Zorra
Find Semana!@!@!


Posted 3 years ago with 3 notes






Energia negativa

Lugar de insanidade
Bairro de classe baixa
Gente sem escrúpulos
Onde a prostituição da macumba
Força da natureza de alucinações
No quintal o lixo da mentalidade
Execrável capitalista e desumana
Onde a educação não existe
Além de livros escolares jogados ao vento
A arma impondo respeito
Ignorância dos atos iníquos
A energia negativa das massas
Superpopulação sem destino
Do xão de barro batido
Onde a delinquência dos futuros
Vagabundos pais do benefício


Posted 3 years ago




older »